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terça-feira, 14 de julho de 2015

Operação contra fraude na educação prende 2; prefeitura de Uauá foi “visitada”

De acordo com a PF, 96 buscas e apreensões foram realizadas na manhã desta segunda-feira, 13, foram feitas prisões em Salvador e Guarajuba, na região metropolitana.


Delegado Fernando Berbert [esquerda] e o superintendente da PF, Fábio Mota Muniz (Foto: Henrique Mendes / G1)
Fernando Berbert [esquerda] e Fábio Mota Muniz, superintendente da PF (Foto: Henrique Mendes/G1)
Uma  Ação da Polícia Federal intitulada Operação Águia de Haia, foi iniciada na manhã desta segunda-feira (13). Com o intuito de atuar contra desvios de recursos federais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), segunda a PF, cumpriu duas prisões e 96 mandados de busca e apreensão em 30 municípios, dentre eles 25 baianos. Também houve procedimentos nos estados de São Paulo e Minas Gerais, além do Distrito Federal.

Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), em Salvador. As informações foram divulgadas na manhã desta segunda-feira (13), durante coletiva na sede da Polícia Federal.As prisões ocorreram em Salvador e Guarajuba, localidade do município de Camaçari, na região metropolitana da capital baiana.

As pessoas presas eram líderes de um esquema montado por quatro empresas que, desde 2009, eram responsáveis por licitações fraudulentas relacionadas a gastos com gestão educacional, segundo o delegado Fernando Berbert, responsável pela investigação. Ainda de acordo com o BEL, as irregularidades estavam na prestação de serviços para a criação de um portal na internet, programa de aulas interativas e auxílio para gestão informatizada.

A Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA), também é alvo de busca. Berbert detalha que um procedimento de busca e apreensão foi realizado na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Entretanto, não foi divulgado o cargo e o nome da pessoa investigada. Além dos gestores, o delegado também falou sobre intermediadores políticos, que usavam a influência dos seus cargos para colaborar com as fraudes.

Prefeitura de Uauá.

O prefeito Olímpio Cardoso Filho esteve em seu gabinete em expediente normal, hoje pela manhã e recebeu a Polícia Federal num mandado de busca e apreensão na sua residência, na operação Águia de Haia, que investiga supostas contratações no fornecimento de educação digital, tendo como principal investigada a empresa KBM Informática, que contratou com diversas prefeituras da Bahia.

A operação teve origem no Município de Rui Barbosa e tem por objetivo a busca de documentos referentes ao processo licitatório da locações de software na Área de educação, que no caso da Prefeitura Municipal de Uauá, foi realizado em processo normal de licitação, PREGÃO PRESENCIAL, e assinado contrato em 17 de junho de 2013, mas, em face de denuncias de falta de idoneidade da empresa KBM INFORMÁTICA, ocorreu, de imediato, o DISTRATO. Assim, o referido contrato não foi executado nem tampouco realizado pagamentos à empresa investigada, Kells Belarmino Mendes.

O secretário de Educação da Época Jadisson Oliveira solicitou o cancelamento do contrato por ter tido informações que a empresa estava sendo investigada por irregularidades em outros estados, e que de imediato a procuradoria do município emitiu parecer pelo cancelamento e realização de distrato do referido contrato, ato ocorrido em 20 de setembro de 2013.

Desenhador por

Adailton Santana.

Agencia UAUNET: Temas UAU

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