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sábado, 5 de setembro de 2015

Nome de Roberto Carlos ganha força para comando do PDT na Bahia

O comando do PDT na Bahia deve passar por mudanças em breve. Atualmente, o partido é presidido pelo
deputado federal Félix Mendonça Júnior e pode vir a ser substituído pelo pedetista Roberto Carlos, deputado estadual com forte influência na região de Juazeiro. Segundo bastidores, uma ala do partido se encontra insatisfeita com a posição em que o PDT se encontra atualmente. “Não se sabe se é oposição ou se é governo”, externa um cacique político próximo aos pedetistas, que prefere não se identificar. A troca de comando, até agora, é assunto tratado a sete chaves e os principais dirigentes negam a existência da articulação ou dizem desconhecer tal movimentação.

A situação do PDT atualmente é daquelas conhecidas no meio político como “acendendo uma vela para Deus e outra para o Diabo”, já que a bancada do partido na Assembleia Legislativa da Bahia apoia o governador Rui Costa (PT), com quem tem as secretarias de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) e a de Agricultura (Seagri). No entanto, o mesmo partido que integra o grupo petista mantém um pé na gestão do prefeito ACM Neto (DEM), onde a irmã de Félix Mendonça Júnior, Andrea Mendonça, é titular da Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Emprego.

Caso a agremiação fosse para as mãos do hoje vice-presidente, a possibilidade mais forte é a de que o partido reataria em definitivo com o governo Rui Costa. Na época do impasse em que o governo estadual pediu exclusividade de parceria, o deputado argumentou que o partido não havia selado compromisso com Neto, mas que ocorreu apenas um convite individual a Andrea Mendonça.

A posição de dupla aliança esquentou, inclusive, o atrito que havia entre Félix Júnior e o deputado Marcelo Nilo (PDT), que queria tomar o comando do PDT na Bahia das mãos do atual dirigente. Nilo chegou a afirmar certa vez que Félix Jr. levaria o partido para o colo de Neto, caso permanecesse na sigla. Marcelo Nilo desistiu da luta e anunciou que deixará o PDT, dando caminho livre para Félix permanecer na linha de frente. Aliás, foi nesse período que o nome de Roberto Carlos surgiu como alternativa para salvar o partido da briga Nilo versus Félix Jr. Segundo o pedetista, na época, deputados e integrantes da executiva pedetista fizeram um documento indicando seu nome ao presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, para presidir a legenda na Bahia, já que era amigo dos dois gladiadores que brigavam pelo poder.

 Até hoje o dirigente-mor não deu retorno e o assunto morreu com o afastamento anunciado de Nilo. Lupi diz que no momento “não existe essa hipótese” de troca de comando na Bahia e que, inclusive, “Félix Jr. já está reeleito” para seguir na presidência. Félix, que tem o cargo ameaçado, diz, por sua vez, também diz que não tem a menor possibilidade. “Me dou bem com todos no partido, com Odiosvaldo (presidente do PDT em Salvador). Acho isso impossível”, garante o deputado federal.

 No início do ano, quando houve o rompimento do governo com o PDT e a base do partido permaneceu com Rui Costa, Félix perdeu sua indicação pessoal na Seagri, que era comandada por sua prima, Fernanda Mendonça. De lá para cá, no final de agosto, quando as especulações ganharam corpo nos bastidores de que poderia haver a troca de comando, ocorreu uma reunião do presidente do PDT com o governador Rui Costa na governadoria, no Centro Administrativo da Bahia. Ambos evitaram falar sobre retomada de aliança, mas admitiram que conversaram sobre política local e nacional.

Desenhador por

Adailton Santana.

Agencia UAUNET: Temas UAU

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