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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Presidente Michel Temer mantém Geddel no ministério após acusações de pressão por obra na BA

O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima (à direita)
O presidente Michel Temer confirmou na tarde desta segunda-feira (21) que o ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) permanece no cargo após a acusação feita pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de que Geddel o teria pressionado para intervir pela liberação da obra de um prédio em Salvador onde Geddel negociou a aquisição de um apartamento.
A obra foi embargada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), órgão subordinado ao Minitério da Cultura. Calero pediu demissão do cargo na semana passada alegando a pressão de Geddel como um dos motivos para deixar o posto
Em nota divulgada pela assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, Temer afirma ainda que as decisões sobre a obra na Bahia seguirão "critérios técnicos" e será respeitada a autonomia do Iphan. 
Também nesta segunda-feira, cinco dos sete conselheiros da Comissão de Ética da Presidência da República votaram a favor de abrir uma investigação contra Geddel, mas o julgamento foi suspenso após um pedido de vista do conselheiro José Saraiva.
Saraiva foi nomeado para a comissão em setembro e é o único integrante do colegiado indicado por Temer. Os outros conselheiros foram escolhidos anteriormente pelo governo Dilma Rousseff. 
Geddel se reuniu com Temer nesta segunda-feira, pouco depois de se tornar público o resultado da reunião da Comissão de Ética. O ministro afirmou que o encontro foi "tranquilo" e disse ter pedido agilidade à Comissão de Ética na análise do caso. 

Desenhador por

Adailton Santana.

Agencia UAUNET: Temas UAU

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