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Governo vai aprovar venda da Embraer para a Boeing, diz Presidência

O governo brasileiro não exercerá o poder de veto a que tem direito no processo de venda da Embraer para a norte-americana Boeing, informou a Presidência da República nesta quinta-feira (10).
"O presidente [Jair Bolsonaro] foi informado de que foram avaliados minuciosamente os diversos cenários, e que a proposta final preserva a soberania e os interesses nacionais. Diante disso, não será exercido o poder de veto ao negócio", afirma a nota da Presidência.

Apesar de a Embraer ter sido privatizada na década de 1990, o governo brasileiro detém uma "golden share" na empresa, um tipo de ação especial que dá poder de veto em decisões estratégicas.

Reunião com representantes do Ministérios da Defesa, Ciência e Tecnologia, Rel. Ext. e Economia sobre as tratativas entre Embraer (privatizada em 1994) e Boeing. Ficou claro que a soberania e os interesses da Nação estão preservados. A União não se opõe ao andamento do processo. pic.twitter.com/gv7JglmWu5

? Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 10 de janeiro de 2019

Pouco antes, Bolsonaro usou sua conta no Twitter para anunciar que a União não iria se opor ao andamento do negócio entre as duas fabricantes de aeronaves. O presidente publicou uma foto de uma reunião com diversas autoridades na qual foi tratada a venda da Embraer.
"Reunião com representantes da Defesa, da Ciência e Tecnologia, Relações Exteriores e Economia sobre as tratativas entre Embraer (privatizada desde 1994) e Boeing. Ficou claro que a soberania e os interesses da nação estão preservados. A União não se opõe ao andamento do processo", escreveu o presidente.

Empregos serão mantidos, diz governo

Em documento enviado após a reunião, o governo lista uma série de considerações sobre o acordo. Entre eles, o documento diz que "serão mantidos os empregos atuais no Brasil". A demissão de funcionários da Embraer é uma das principais preocupações de sindicatos em relação ao negócio.
Além disso, o governo diz que não haverá mudança no controle na parte da Embraer que não será vendida (o acordo prevê a compra de 80% da fabricante brasileira pela Boeing), que a produção de aeronaves já desenvolvidas será mantida no Brasil e que também haverá manutenção de todos os projetos em curso da área de Defesa.

Acionistas e Cade ainda precisam aprovar acordo

A Embraer informou que o negócio com a Boeing ainda precisa de aprovações estatutárias e de órgãos antitruste. Segundo a empresa, a operação só será consumada após ratificação pelo conselho de administração, da aprovação dos acionistas em assembleia geral extraordinária e de autoridades concorrenciais brasileira (Cade), dos Estados Unidos e de outras jurisdições aplicáveis.
A norte-americana Boeing informou que, se as aprovações do acordo com a Embraer ocorrerem no prazo previsto, a transação deve ser concluída até o final deste ano.
(Com Reuters)

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